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Biografia

Nascido no Distrito de Biritiba Ussu, Município de Mogi das Cruzes, em 15 de dezembro de 1940, Junji Abe foi o primeiro prefeito da cidade a exercer dois mandatos consecutivos. Em 2000, tendo como candidato a vice o médico Roberto Luiz dos Reis Zanetta, foi eleito com 90.612 votos. Em 2004, ao lado do companheiro de chapa, empresário Marco Aurélio Bertaiolli, foi reeleito, ainda no primeiro turno, com 102.689 votos.

Junji é casado com a professora Elza Abe, tem três filhos e sete netos. Tanto os avós, Makie e Tokuji Abe, como os pais, Fumica e Izumi, são imigrantes japoneses que vieram da Província de Oita, trazendo na bagagem apenas a esperança e a força de vontade de vencer e prosperar no Brasil. O trabalho das três gerações da família Abe em prol do desenvolvimento de Mogi recebeu o reconhecimento da sociedade. Em 1960, Tokuji recebeu o título honorífico de "Cidadão Mogiano". Em 1979, Izumi foi homenageado com a mesma honraria pelos relevantes serviços prestados à comunidade mogiana no campo da agricultura. Em 1995, foi a vez de Junji Abe ser homenageado pelo Poder Legislativo com o título de "Honra ao Mérito".

Vida Pública

Junji Abe ingressou na vida pública em 1972, quando foi eleito vereador de Mogi das Cruzes com a maior votação da história da Cidade – 3.876 votos, correspondentes, na época, a 13% do Colégio Eleitoral. Foi secretário de Agricultura, Abastecimento, Indústria e Comércio de Mogi. Em 1980, coordenou a implantação de mercadões e varejões na cidade de São Paulo.

Presidente-fundador da Cooperativa Rural de Telecomunicações de Mogi, garantiu a implantação de 1.000 terminais telefônicos em quatro municípios. Aos 26 anos de idade, Junji já presidia a Associação de Biritiba e Capela, representando os dois maiores pólos hortigranjeiros da região. Ao longo dos 35 anos de atuação como líder rural, conquistou reconhecimento nacional. É presidente-fundador da Associação Nacional Pró-Hortifrútis e presidente de honra da Associação dos Floricultores do Estado de São Paulo. Presidiu o Sindicato Rural de Mogi das Cruzes, ininterruptamente, durante 20 anos, de 1980 a 2000. No mesmo período, integrou a diretoria da Faesp – Federação da Agricultura do Estado de São Paulo.

Deputado estadual por três legislaturas consecutivas, conquistou os votos de 30.844 eleitores para iniciar seu primeiro mandato em 15 de março de 1991. Foi reeleito em 3 de outubro de 1994, com 40.073 votos obtidos em 377 municípios – quase 60% do total de localidades paulistas. Em 1998, teve sua reeleição assegurada pelos 59.932 votos recebidos em 429 das 645 cidades do Estado.

Durante os dez anos de atuação na Casa de Leis, foi o único produtor rural entre os 94 parlamentares. Foi presidente da Comissão de Agricultura e Pecuária do Legislativo paulista por dez anos, desde 91. Por indicação da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP) – onde atuou como conselheiro – e da Fundação W.K. Kellogg, foi um dos 16 líderes rurais escolhidos para conhecer modelos de educação para manejo agronômico nos Estados Unidos, Canadá e Costa Rica.

Também comandou a Câmara Setorial de Olericultura da Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento e presidiu o Subcomitê da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê-Cabeceiras, que atua na proteção e recuperação dos recursos naturais. A consistente atuação parlamentar rendeu-lhe mais de uma centena de homenagens e títulos honoríficos de “Cidadão”.

A busca do desenvolvimento econômico sustentável de todo o Alto Tietê foi uma de suas marcas no parlamento paulista. Foi, por exemplo, um dos principais articuladores da parceria entre a Prefeitura de Mogi das Cruzes e o Governo do Estado para a construção do sistema viário no entroncamento entre as Rodovias Ayrton Senna e Mogi-Dutra, obra decisiva para que a General Motors (GM) instalasse sua fábrica na Cidade. Ele deixou a Assembléia Legislativa de São Paulo para assumir a Prefeitura.

Como prefeito, exerceu, por dois mandatos (2001-2002 e 2005-2006), a presidência da AMAT – Associação dos Municípios do Alto Tietê, formada por 11 cidades: Mogi das Cruzes, Arujá, Biritiba Mirim, Ferraz de Vasconcelos, Guararema, Guarulhos, Itaquaquecetuba, Poá, Salesópolis, Santa Isabel e Suzano. Também por duas vezes (2004-2005 e 2006-2007), presidiu o Comitê da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê, constituído pelos 38 municípios da Região Metropolitana de São Paulo.

Em fevereiro de 2002, assumiu a coordenação do Grupo de Trabalho (GT) de Prevenção à Violência do Fórum Metropolitano de Segurança Pública, que reúne todos os Municípios da Grande São Paulo, com o objetivo de debater e apoiar o desenvolvimento de políticas e programas municipais, particularmente direcionados para áreas de situações de alto risco de violência.

Ao longo dos dois mandatos, liderou duas comitivas oficiais de Mogi ao Japão, com o objetivo de fortalecer os laços de amizade e cooperação, principalmente nas áreas empresarial, tecnológica, cultural e ambiental. As viagens renderam investimentos à Cidade, doação de materiais e contribuição financeira para ações sociais.

Por cinco vezes, Junji Abe recebeu o título de "Prefeito Empreendedor" – Prêmio Governador Mário Covas, concedido pelo Sebrae, em reconhecimento às iniciativas de apoio às micro e pequenas empresas de Mogi das Cruzes, desenvolvidas nos anos de 2001, 2002, 2005, 2007 e 2008.

O Deputado Federal

Com 79.909 votos no Estado de São Paulo, Junji Abe não conseguiu a reeleição para deputado federal, em 5 de outubro de 2014. É o segundo suplente da coligação PMDB-PROS-PP-PSD. Em 2010, havia sido eleito para o mandato, exercido de fevereiro de 2011 a janeiro de 2015, com 113.156 votos em 367 dos 645 municípios paulistas. Desde 6 de outubro de 2011, integra o PSD – Partido Social Democrático que ajudou a fundar.

Estreando na Câmara Federal, foi eleito pela Revista Veja, em 2013, como o 3º melhor deputado federal do Estado de São Paulo e o 13º mais atuante do Brasil, à frente dos outros 500 parlamentares do País. O desempenho resulta da qualidade dos seus projetos, apontados entre os melhores para ajudar o País a ser mais moderno e competitivo.

Além disso, Junji despontou entre os deputados federais mais produtivos do Estado. Ele ocupa a 11ª posição entre os 70 parlamentares paulistas em atuação na Câmara Federal. O levantamento consta do Atlas Político, site de iniciativa de doutorandos de Harvard que avalia os parlamentares com base em cinco critérios. O conceito de produtividade legislativa, catalogado entre 0 e 1, considera projetos de lei e emendas constitucionais apresentadas pelo deputado. Quanto mais próximo de 1, maior o número de proposições. Junji é pontuado com o índice 0,61, que o coloca em 11º lugar no ranking paulista.

Seguindo os princípios que conduziram sua jornada até Brasília, a atuação do deputado federal Junji Abe na Câmara Federal foi guiada pela própria sociedade. Com a efetiva participação popular, ele elaborou projetos de Lei, além de indicações aos diversos órgãos públicos e das cobranças por melhorias em diferentes setores.

Entre tantas batalhas travadas, Junji dirige múltiplos esforços para aprimorar o ensino público. Ele mantém a convicção de que, “com educação, dá para combater a violência, reduzir a marginalidade, vencer o drama das drogas, superar o desemprego, aumentar a produção artística e cultural, elevar o desempenho do País nos esportes”. Além disso, completa ele, “dá para diminuir as demandas por atendimento na saúde pública, estimular novas lideranças, melhorar a atuação dos políticos que serão bem monitorados e, principalmente, formar cidadãos éticos, conscientes de seus direitos, deveres e da responsabilidade de transmitir estes valores às gerações futuras”. Em destaque:

> Projetos de Lei – desde que iniciou sua atuação na Câmara dos Deputados, em fevereiro de 2011, até janeiro de 2015, Junji apresentou 47 projetos que têm a finalidade de combater práticas nocivas à coletividade, reduzir tarifas de telefone celular, baixar contas de luz, democratizar informações, aperfeiçoar mecanismos para promover maior inclusão social, viabilizar maior proteção animal, preservar o meio ambiente e defender o consumidor, entre outras. As propostas são fruto de sugestões da própria sociedade, principalmente, de contribuições vindas de internautas com quem ele mantém permanente interação por meio das redes sociais.

> Período integral nas escolas – é uma das principais bandeiras de Junji Abe. Segundo ele, por maior e justa que seja a remuneração dos educadores, por mais eficiente que seja o corpo docente, por melhor que seja conteúdo curricular, por mais funcionais e modernas que sejam as instalações escolares e por mais competente que sejam os gestores do sistema público de ensino, a perseguida qualidade da educação ficará comprometida enquanto as escolas não funcionarem em período integral.

> 10% do PIB já em Educação - Junji Abe não abre mão da prerrogativa de ampliar imediatamente o investimento em educação, dos atuais 5%, para 10% do PIB – Produto Interno Bruto.

> Formação profissional - as sérias deficiências da educação no Brasil trazem reflexos latentes sobre a formação profissional, provocando o apagão da mão de obra qualificada que precisa ser vencido o quanto antes, sob o risco de estancar o desenvolvimento do País. A análise é de Junji Abe que prega ações públicas efetivas para ampliar a oferta de ensino técnico gratuito em todos os municípios brasileiros e viabilizar a graduação em nível superior.

> Pesquisa - a redução de gastos públicos supérfluos e até imorais, somada à gestão competente e austera, é o portal para ampliar recursos destinados a áreas essenciais, segundo Junji Abe que aponta a pesquisa agropecuária como o alicerce que sustentará a evolução do agronegócio no País. Para viabilizar um programa contínuo de investimentos em pesquisa e tecnologia, ele defende a elevação do montante aplicado no setor, dos atuais 1% para 3% do PIB – Produto Interno Bruto, no prazo de dez anos. Segundo o parlamentar, isto permitirá a expansão dos demais segmentos da economia, aumentando a arrecadação e gerando empregos e renda para a população.

> Inclusão agrícola – Junji Abe cobra do governo federal a urgente retomada dos programas de assistência técnica e extensão rural para tirar da orfandade o segmento mais prejudicado pela ausência de orientação no campo – o de micro, pequenos e médios produtores rurais. Ele defende “a inclusão agrícola para levar a todos os agricultores a bagagem de conhecimento sobre inovações, melhores metodologias de cultivo, manejo de pragas e doenças, cuidados com o solo, enfim, ajudá-los a aumentar a produção, com maior qualidade e menores custos”.

> Abastecimento – mergulhar as Ceasas – Centrais de Abastecimento de todo o Brasil num “banho de modernidade”, capaz de compensar mais de meio século de atraso estrutural e operacional das unidades que funcionam com “assombrosa precariedade” em prejuízo da cadeia produtiva completa – dos produtores aos consumidores. É isso que defende Junji Abe que também integrou a diretoria da Frente Parlamentar em Defesa das Centrais de Abastecimento Interno – Ceasas. A estimativa de perdas de alimentos gira em torno de 30%, da colheita à mesa do consumidor.

> Distribuição da receita – Na visão de Junji, a melhoria da qualidade de vida da população passa, forçosamente, pelo aumento do percentual da receita arrecadada que é destinada aos municípios. “A má distribuição de renda é a mola propulsora da miséria na sociedade. Da mesma forma, a injusta divisão do bolo entre as três esferas de governo aumenta ainda mais as desigualdades sociais. “Os governos federal e estadual ficam com as fatias maiores do valor arrecadado – cerca de 60% e de 20% a 25%, respectivamente. E as cidades sofrem com migalhas (de 10% a 15%) para atender as justas demandas sociais. Sou municipalista e não aceito esta incoerência”, dispara ele que integra a Frente Parlamentar Municipalista.

> Saúde – a urgente correção da tabela SUS – Sistema Único de Saúde para adequar à realidade os defasados valores repassados às instituições conveniadas pelos serviços prestados e a abertura de linhas de crédito específicas para Santas Casas e outras entidades vinculadas à saúde são as medidas prioritárias e simultâneas, defendidas por Junji para melhorar as condições de atendimento na saúde pública. Integrante da Frente Parlamentar em Apoio às Santas Casas, Hospitais e Entidades Filantrópicas ligadas à Saúde durante todo seu mandato na Câmara dos Deputados, Junji destaca que a defasagem da tabela SUS para remunerar os serviços prestados responde por grande parte do colapso financeiro das instituições conveniadas ao Sistema.

> Resgate das ferrovias – a expansão e fortalecimento do sistema ferroviário é prioridade para melhorar a infraestrutura de transportes no Brasil. “Não há como pensar em desenvolvimento da Nação sem resgatar, ampliar e modernizar a malha ferroviária em todo País, tanto para o deslocamento de cargas quanto para a locomoção de passageiros”, evidencia Junji Abe, que integrou a Frente Parlamentar Mista das Ferrovias. Atualmente, mais de 60% dos deslocamentos estão concentrados nas rodovias – “sobrecarregadas, muito mais inseguras e geram custos quatro vezes maiores que as locomoções pelas ferrovias, além de acarretarem desperdício de tempo e elevarem os danos ao meio ambiente”, como analisa Junji, ao apontar que o sistema ferroviário precisa ser ampliado e adaptado para responder pela maior parte do transporte de cargas e de passageiros.

> Energia mais barata - “É uma questão de justiça com a população e o meio de sobrevivência para as empresas das mais diversas atividades produtivas, cada vez menos competitivas no mercado internacional por causa dos altos custos de produção, como as tarifas de energia elétrica que tornam os produtos mais caros”, argumenta Junji. Como vice-presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Consumidores de Energia Elétrica e Combustíveis, ele fez parte da cruzada pela redução das tarifas de energia elétrica – residencial e empresarial, entre 20% e 30%, com base no trabalho de especialistas que, amparados em estudos da FGV – Fundação Getúlio Vargas, identificaram os eixos da majoração dos valores da eletricidade no País. Segundo ele, isto também implica diminuir a carga tributária que incide sobre o setor. O eixo central da proposta foi acolhido pela presidente Dilma Rousseff (PT). O deputado integrou duas comissões mistas instaladas no Congresso Nacional para analisar medidas provisórias (MPs 577/2012 e 579/2012) relativas ao tema.

> Código Florestal – Como presidente da Pró-Horti – Frente Parlamentar Mista em Defesa do Segmento de Hortifrutiflorigranjeiros, Junji tentou, a todo custo e sem sucesso, sensibilizar os colegas para aprovarem destaques ao novo Código Florestal, como o que reconhecia o direito adquirido pelos míni e pequenos produtores de manter suas atividades em APPs – Áreas de Proteção Ambiental, no entorno de cursos d’água, onde produzem, há séculos, sem causar danos ambientais. O parlamentar entende que as regras constantes da legislação deverão motivar uma enxurrada de ações judiciais movidas por produtores com propriedades inviabilizadas em até 100%. À medida que ele tem de desocupar e ainda pagar para fazer o reflorestamento, está sofrendo uma desapropriação às avessas, porque, na prática, perde a área de produção, mas não é indenizado. Ao contrário, precisa bancar a recuperação de um imóvel utilizado há séculos para atividades produtivas. Ele vem se dedicando a proferir palestras aos profissionais do campo sobre as novas regras.

> Lei dos Caminhoneiros – Como sub-relator da comissão especial, encarregada de analisar a chamada Lei dos Caminhoneiros (12.619, de 30 de abril de 2012), Junji conseguiu a aprovação pelo colegiado do parecer que traz um novo texto para substituir a legislação vigente. “Revogar a lei atual e propor outra legislação, legitimamente discutida com as lideranças das áreas envolvidas com a questão, é o único meio de acabar com as graves distorções das normas vigentes, que ameaçam a sobrevivência da categoria de caminhoneiros, massacram os setores produtivos, trazem o risco de desabastecimento e a certeza de preços bem maiores aos consumidores”, manifestou-se, informando que a matéria foi aprovada no Plenário da Câmara e seguiu para o Senado.

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  1940  
Nasce, no Distritito de Biritiba Ussu, Junji Abe, filho de Fumica Abe e Izumi Abe.
1966
Torna-se presidente da Associação de Biritiba e Capela.
1972
Inicia a vida pública, eleito vereador com a maior votação da história da cidade.
1980
É eleito presidente do Sindicato Rural de Mogi das Cruzes, permanecendo no posto até 2000.
1991
Vence eleição para Deputado Estadual e repete a vitória em 1994 e 1998.
1991
Presidente da Comissão de Agricultura e Pecuária da Assembléia Legislativa, ocupando a função até 2001.
2000
Eleito Prefeito da cidade de Mogi das Cruzes.
2001
Ocupa a presidência da AMAT - Associação dos Municípios do Alto-Tietê por 2 anos.
2001
Recebe o título de "Prefeito Empreendedor" concedido pelo Sebrae. Voltaria a ganhar
o título mais quatro vezes.
2002
Passa a coordenar o Grupo de Trabalho de Prevenção à Violência do Fórum Metropoli-tano de Segurança Pública.
2004
É reeleito prefeito de Mogi das Cruzes ainda no primeiro turno.
2004
Ocupa o cargo de presidente da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê, permanecendo até 2005.
2005
Novamente à frente da AMAT, preside por mais 2 anos.
2006
Preside por mais 2 anos a Bacia Hidrográfica do Alto Tietê.
2008
Deixa a Prefeitura de Mogi das Cruzes com 86% de aprovação popular.
2010
É eleito Deputado Federal pelo estado de São Paulo com 113.156 votos.
2014
Com 79.909 votos para deputado federal, no Estado de São Paulo, Junji Abe é o segundo suplente da coligação PMDB-PROS-PP-PSD.
 
 
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