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Principais Trabalhos

Transportes - A criação da Secretaria Municipal de Transportes atendeu aos propósitos de adequar os serviços públicos às necessidades da população. Destaca-se a quebra do monopólio no transporte coletivo urbano, assim como o início do complexo processo de integração, com a implantação da tarifa única. Ao longo de oito anos, cerca de 70% das linhas de ônibus foram integradas, os veículos receberam catracas eletrônicas e uma parte da frota passou a ser adaptada para portadores de deficiência física.

A estrutura técnica operacional da Secretaria permitiu regulamentar e orientar a fiscalização do transporte escolar, de fretados e também da frota de táxis, incluindo sua padronização.

A modernização do sistema de orientação e fiscalização de trânsito incluiu a criação dos Agentes Municipais e a reformulação dos recursos de sinalização (aérea, vertical e horizontal) para ampliar a segurança. A Cidade ganhou equipamentos para melhoria do monitoramento do tráfego, como semáforos sincronizados e com contadores de tempo, sinais com botoeiras para pedestres e aparelhos específicos para circulação de portadores de necessidades especiais.

Habitação - A boa relação com os Governos do Estado e Federal viabilizou a drástica redução do déficit habitacional, transformando em realidade o sonho da casa própria para milhares de mogianos. Até 2008, foram entregues 5.162 moradias e mais 2.200 unidades estavam em obras ou em projeto, por meio da CDHU ou do sistema PAR, da Caixa Econômica Federal.

Cidadania - A valorização do ser humano, sua integração à sociedade e o exercício da cidadania deram a tônica das ações desenvolvidas para promover a inclusão social das famílias carentes. Entre os projetos de maior expressão, destacam-se o “Coral Canarinhos do Itapety”, a "Orquestra Sinfônica Jovem Minha Terra Mogi" e a “Banda Boigy”, envolvendo centenas de crianças que, por meio da música, criaram a perspectiva de um futuro melhor, longe da violência e da criminalidade

Vale citar ainda a democratização das políticas do setor, com a reativação ou criação de um grande número de conselhos municipais, atingindo os diferentes segmentos da população, de todas as faixas etárias e sempre com a efetiva participação popular, além de programas para orientar e capacitar dirigentes de aproximadamente 130 entidades do Terceiro Setor.

Atuando em conjunto com a área de Cidadania, o Fundo Social de Solidariedade desenvolveu ações para atender as necessidades assistenciais imediatas da população carente. Também coordenou programas de orientação profissional visando auxiliar na ampliação da renda familiar e reinserção no mercado de trabalho.

Esportes e Lazer - Os pontos de destaque foram a criação de dois parques municipais – Leon Feffer e Centenário – e a transformação, em locais de lazer, de 64 áreas públicas, ociosas e abandonadas. Tudo, voltado ao bem-estar da família mogiana, com programas culturais, recreativos e de educação ambiental. Dentre os principais programas criados e incorporados ao cotidiano da população, evidenciam-se a Rua Feliz, Escola Feliz, Esporte Mogi (adotado pela iniciativa privada), Escolinhas de Esportes e outros - todos com o propósito de difundir práticas esportivas e garantir ocupação saudável a milhares de crianças e adolescentes, afastando-os do caminho da violência e das drogas.

No esporte competitivo, a ênfase foi para as modalidades amadoras, repatriando atletas mogianos que representavam outras cidades por falta de apoio local e identificando jovens com potencial desportivo nos programas mantidos pela Prefeitura. O efeito dessa política, em oito anos, pode ser medido pelos resultados obtidos em competições oficiais. Nos Jogos Abertos do Interior, por exemplo, Mogi saiu de um mísero 64º lugar, com 3 pontos conquistados e nenhuma medalha, para a 3ª colocação em 2008, com 94 medalhas e 149 pontos. Outras ações, como o Ativa Idade e o apoio integral aos Jogos Regionais do Idoso, contemplaram a população da Terceira Idade neste setor.

Desenvolvimento - A implementação de tantos programas que melhoraram a qualidade de vida do mogiano só foi possível graças ao desenvolvimento econômico de Mogi das Cruzes. Cumprindo à risca o PGP, a administração Junji Abe implantou a Política Municipal de Desenvolvimento. Envolve, entre outros preceitos, legislação específica para atração de empresas e expansão das existentes, com incentivos fiscais, doações de áreas a pequenas e médias empresas, programas de formação e capacitação profissional, instalação da primeira unidade do Banco do Povo na Cidade e a implantação da Intec – Incubadora Tecnológica. Tudo, em plena sinergia com instituições públicas, entidades classistas e universidades.

A Cidade ganhou cerca de 8,2 mil empreendimentos, entre indústrias, prestadores de serviços e estabelecimentos comerciais. Não por menos, Mogi é reconhecida pelo Ministério do Trabalho como um dos municípios que mais geraram empregos no País, no período de 2001 a 2008. Foram cerca de 115 mil, entre diretos e indiretos. Diferente de outras localidades, aqui existe o Distrito Industrial do Taboão que, preservado para a finalidade da expansão empresarial, continuará proporcionando o crescimento dos negócios com qualidade de vida.

O conjunto de ações da Prefeitura fomentou o crescimento industrial, oxigenou comércio, impulsionou o setor de serviços e fortaleceu os agronegócios, consolidando posições de vanguarda da Cidade na produção de hortifrútis e flores.

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  1940  
Nasce, no Distritito de Biritiba Ussu, Junji Abe, filho de Fumica Abe e Izumi Abe.
1966
Torna-se presidente da Associação de Biritiba e Capela.
 
1972
Inicia a vida pública, eleito vereador com a maior votação da história da cidade.
 
1980
É eleito presidente do Sindicato Rural de Mogi das Cruzes, permanecendo no posto até 2000.
1991
Vence eleição para Deputado Estadual e repete a vitória em 1994 e 1998.
 
1991
Presidente da Comissão de Agricultura e Pecuária da Assembléia Legislativa, ocupando a função até 2001.
 
2000
Eleito Prefeito da cidade de Mogi das Cruzes.
 
2001
Ocupa a presidência da AMAT - Associação dos Municípios do Alto-Tietê por 2 anos.
 
2001
Recebe o título de "Prefeito Empreendedor" concedido pelo Sebrae. Voltaria a ganhar
o título mais quatro vezes.
 
2002
Passa a coordenar o Grupo de Trabalho de Prevenção à Violência do Fórum Metropoli-tano de Segurança Pública.
 
2004
É reeleito prefeito de Mogi das Cruzes ainda no primeiro turno.
 
2004
Ocupa o cargo de presidente da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê, permanecendo até 2005.
 
2005
Novamente à frente da AMAT, preside por mais 2 anos.
 
2006
Preside por mais 2 anos a Bacia Hidrográfica do Alto Tietê.
 
2008
Deixa a Prefeitura de Mogi das Cruzes com 86% de aprovação popular.
 
2010
É eleito Deputado Federal pelo estado de São Paulo com 113.156 votos.
 
 
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