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Prefeitura Municipal

Junji Abe foi o primeiro prefeito de Mogi das Cruzes a governar a cidade por dois mandatos consecutivos. Em 2000, ele foi eleito com 90.612 votos. Em 2004, a população reconheceu o trabalho desenvolvido durante o seu primeiro mandato. Depois de um período de estagnação, a cidade voltara a crescer e se destacava, segundo instituições de alta credibilidade, como a Fundação Getúlio Vargas, Fundação Seade e Ministério do Trabalho, como um dos municípios mais pujantes do País. Resultado: Junji foi reeleito em primeiro turno, com 102.689 votos.

O prefeito Junji Abe inovou no estilo de governar a Cidade. Implantou o conceito de gestão descentralizada, integrada e participativa. Com autonomia, planejamento criterioso, esforços conjugados e participação popular, os setores do Poder Público Municipal garantiram maior agilidade e eficiência à Administração.

Tudo, com o propósito de colocar em prática o PGP – Plano de Governo Participativo, edições I e II –, que foi elaborado com o envolvimento direto da população e balizou a jornada de oito anos de Junji Abe à frente da Prefeitura de Mogi.

Sob sua administração, Mogi das Cruzes ganhou notoriedade mundial e colecionou prêmios, despontando entre as 300 cidades mais dinâmicas do Brasil, uma das mais bem administradas do País, uma das mais promissoras para trabalhar e uma das melhores do Estado para morar, além de integrar o seleto grupo de municípios brasileiros que sediam empresas de call center. O encerramento da gestão, em 2008, se deu com pesquisas apontando 86% de aprovação popular.

Para vencer a gigantesca burocracia da máquina, que tanto retardava quanto comprometia a execução de políticas públicas, a gestão Junji Abe promoveu um abrangente programa de modernização da estrutura. A informatização chegou a todos os setores. Até o início de 2001, eram cerca de 60 computadores. Em 2008, já havia mais de 800 máquinas operando nas diferentes repartições, incluindo postos de saúde e escolas.

Além de modernizar a estrutura administrativa, o prefeito retomou o excelente relacionamento de Mogi com os governos estadual e federal. Esta parceria assegurou obras como a duplicação da Rodovia Mogi-Dutra, a conclusão do Hospital Luzia de Pinho Melo, a construção de milhares de moradias populares e a liberação de cerca de R$ 60 milhões para obras de saneamento básico, combate às enchentes e urbanização de bairros, por meio do PAC – Programa de Aceleração do Crescimento.

Outras ações complementaram o leque de iniciativas responsáveis pela excepcional qualidade de vida de Mogi das Cruzes. Todos os avanços tiveram o fundamental e permanente apoio dos vereadores da Câmara Municipal.

Principais Trabalhos

Educação - Em oito anos, foram construídos 29 novos prédios para escolas e creches, acabando com o drama dos pais que eram obrigados a dormir na porta das unidades para conseguir matricular os filhos. Todas as instalações foram dotadas de recursos para o ensino da informática e desenvolvimento de atividades culturais. A reforma efetuada, por exemplo, na EM Prof. Mário Portes, em Jundiapeba, incluiu uma inédita Sala de Música, propiciando condições para formação da Banda Sinfônica Mário Portes, de referência estadual.

Para valorizar os profissionais da Educação, foi criado o Cemforpe – Centro Municipal de Formação Pedagógica, programa iniciado em 2001 e que ganhou sede própria em 2007, com a entrega do auditório, e em 2008 com a entrega do Bloco Didático, ambos no Mogilar.

Além disso, entrou em operação o chamado Pró-Escolar, Centro de Atendimento ao Portador de Necessidades Educacionais Especiais CAPNEE, na Vila Lavínia, com estrutura física e operacional sem precedentes no Alto Tietê. Ainda sob a ótica da inovação, foi projetado e construído o Cempre – Centro Municipal de Programas Educacionais Drª Ruth Cardoso, inaugurado pelo seu sucessor em 2009, para iniciar o modelo de período integral nas escolas.

Saúde - O índice que mede a mortalidade infantil é o que melhor representa a evolução da saúde pública municipal em Mogi das Cruzes na gestão de Junji Abe. Em 1998, morriam 22 crianças para cada mil nascidos vivos. Em 2007, o índice desabou para 12,07. O ano de 2008 terminou com 11,6 mortes, número que pode ser comparado aos de países do Primeiro Mundo.

Esse resultado reflete os investimentos no setor, que ganhou o Pró-Mulher, o Pró-Parto, o Promeg (distribuição gratuita de medicamentos), o Pró-Criança, o Pró-Híper (para idosos), sete unidades do Programa Saúde da Família e o Laboratório Municipal de Análises Clínicas, entre dezenas de outros programas e equipamentos, além do expressivo aumento do número de profissionais da saúde contratados por concurso público.

A Administração dedicou-se, inclusive, a modernizar os serviços de zoonoses. Mogi ganhou um Centro de Controle de Zoonoses, dotado de tecnologia de ponta e classificado como um dos mais modernos do País. A estrutura possibilitou, por exemplo, a inédita campanha de esterilização gratuita de cães e gatos, além da vacinação em massa.

Cultura - O desenvolvimento e fortalecimento do setor cultural foi baseado em três pilares básicos: a popularização da cultura e das artes com a consequente valorização dos artistas locais – levando múltiplas atividades a cada palmo do Município, inclusive mais de 20 bibliotecas comunitárias –, o resgate da memória mogiana – com a criação de museus temáticos (Professora Guiomar Pinheiro Franco, Expedicionários e Memorial do Centenário da Imigração Japonesa), recuperação do Museu Visconde de Mauá e a total revitalização da Banda Santa Cecília – e a preservação do patrimônio histórico – com a implantação do Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural, Arquitetônico e Paisagístico de Mogi das Cruzes e da Lei de Tombamento. Pontualmente, destacam-se a reforma do Teatro Vasques e novos espaços públicos para manifestações culturais, como o auditório do Cemforpe e do Ciarte.

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  1940  
Nasce, no Distritito de Biritiba Ussu, Junji Abe, filho de Fumica Abe e Izumi Abe.
1966
Torna-se presidente da Associação de Biritiba e Capela.
 
1972
Inicia a vida pública, eleito vereador com a maior votação da história da cidade.
 
1980
É eleito presidente do Sindicato Rural de Mogi das Cruzes, permanecendo no posto até 2000.
1991
Vence eleição para Deputado Estadual e repete a vitória em 1994 e 1998.
 
1991
Presidente da Comissão de Agricultura e Pecuária da Assembléia Legislativa, ocupando a função até 2001.
 
2000
Eleito Prefeito da cidade de Mogi das Cruzes.
 
2001
Ocupa a presidência da AMAT - Associação dos Municípios do Alto-Tietê por 2 anos.
 
2001
Recebe o título de "Prefeito Empreendedor" concedido pelo Sebrae. Voltaria a ganhar
o título mais quatro vezes.
 
2002
Passa a coordenar o Grupo de Trabalho de Prevenção à Violência do Fórum Metropoli-tano de Segurança Pública.
 
2004
É reeleito prefeito de Mogi das Cruzes ainda no primeiro turno.
 
2004
Ocupa o cargo de presidente da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê, permanecendo até 2005.
 
2005
Novamente à frente da AMAT, preside por mais 2 anos.
 
2006
Preside por mais 2 anos a Bacia Hidrográfica do Alto Tietê.
 
2008
Deixa a Prefeitura de Mogi das Cruzes com 86% de aprovação popular.
 
2010
É eleito Deputado Federal pelo estado de São Paulo com 113.156 votos.
 
 
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